quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Vamos ajudar a SUIPA!!!

Galeraaaaaaaaaa vamos ajudar a SUIPA


Estarei indo mês q vem levar doações, quem puder ir tbm, tenho certeza que será um dia mt gratificante, caso não possam ir e tenham vontade de ajudar, entrem em contato comigo que levo as doações *-*
Qualquer ajuda é mt importante!!!


Estão precisando:


• Leite em pó NAN de 0 a 6 meses
• Pote de vidro com papinha salgada ( NUTRIBABY )
• Latinhas de 340 g, com pastas variadas para alimentar cães e gatos na fase infantil e na terceira idade
• Rações para adultos e filhotes


Mamadeira especial para animais recém-nascidos 
Chuquinha
Jornais para forrar gaiolas e outros locais
Areia granulada para a higiene de felinos
Gaiolas especiais ( usadas na criação de coelhos )
Para separar para tratamento os filhotes de cães e gatos
Caixas de Transporte.
Se possível de plástico
Potes de plástico de margarinas.
Para a colocação de água e de ração para animais nas gaiolas
Potes de plástico de sorvetes.
Para a colocação de água e de ração para animais maiores em outros locais
Latinhas de alumínio, vidros diversos, garrafas plásticas e papelão.
A SUIPA, além de fazer a separação do lixo, protegendo o meio ambiente, também arrecada uma verba com a venda destes materiais recicláveis
Revistas 
Para a Sala de Espera do Ambulatório
Roupas, sapatos, bijouterias, móveis de escritório, eletro-domésticos etc... 
Para serem utilizados na SUIPA ou serem vendidos periodicamente no BazarCão
Material de Construção, Cimento, Azulejo etc... 
A SUIPA sempre está reformando diversas áreas dentro da Entidade, além de construir e reformar canis


Alem de medicamentos....


http://www.suipa.org.br/index.asp?pg=colaboracoes.asp


terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Belo Monte: pessoas vs bancos

O pacote de financiamento para Belo Monte -- a barragem mais destrutiva do Brasil -- pode ser decidido em poucos dias. Vamos unir nossas vozes com o povo do Xingu para impedir nosso governo de usar dinheiro público para assinar a sentença de morte da Amazônia.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social planeja dar R$ 24,7 bilhões do nosso dinheiro para os bancos privados emprestarem aos contratantes que querem construir a barragem. O banco concordou em não financiar projetos que causem danos sociais e ambientais irreversíveis, exatamente o que Belo Monte vai fazer, e está sendo investigado por infringir a legislação ambiental brasileira para acelerar a início das obras. Mas lobbistas estão pressionando o banco para poder colocar as suas mãos nos bilhões de reais agora. Somente uma barulhenta manifestação pública poderá bloquear esta suspeita negociação. 

Juntos, podemos impedir que nosso banco público apoie uma série de empresas de saquear a Amazônia, nosso tesouro nacional. Assine a petição à direita e depois compartilhe-a com todos que você conhece. Quando alcançarmos 100.000 assinaturas vamos entregá-las ao presidente do banco, Luciano Coutinho, juntamente com uma ação para chamar a atenção da mídia.

Galera assinem a petição e ajudem a divulgar!!!



sábado, 10 de dezembro de 2011

Atenção: CAMPANHA DE ADOÇÃO (Edição Especial de Natal) do G.A.R.R.A. e SOZED TRANSFERIDA!!!


Cão que ficou 12 horas enterrado apresenta melhora


O cãozinho de quatro meses que passou mais de 12 horas enterrado em Novo Horizonte (399 km de SP) começa a dar sinais de melhora, mas seu estado ainda é considerado grave. Ontem (9) à tarde ele voltou a comer e hoje pela manhã se alimentou novamente. Ele também tem tomado água de coco.
Segundo Marco Antônio Rodrigues, presidente da Associação Mão Amiga, hoje o animal apresentou redução do inchaço dos olhos e conseguiu abri-los cerca de 30%.
A veterinária Viviane Cristina da Silva também colocou o cãozinho no colo e o aproximou de outro cachorro para sentir sua reação. O cachorrinho respondeu com um leve rosnado.


Ontem, a infecção de pele do filhote piorou. Viviane afirma que o problema já existia antes de ele ter sido enterrado e, como não foi tratado, piorou. Há riscos de que a infecção se agrave.
A veterinária disse que submeteu o cão a novos exames nesta sexta, que apontaram que, além da infecção, ele está com anemia acentuada e hipoglicemia.
O filhote teve uma úlcera de córnea no olho direito e a equipe não tem esperanças de que ele volte a enxergar desse olho.

Titã, resgatado após ficar enterrado, é atendido por veterinária em Novo Horizonte (399 km de SP)
Titã, resgatado após ficar enterrado, é atendido por veterinária em Novo Horizonte (399 km de SP)

ENTERRADO
Na terça-feira (6), a Associação Mão Amiga recebeu uma denúncia de maus-tratos e o vice-presidente da entidade, Alexandre Rodrigues, saiu para apurar. Não encontrou nada, mas voltou na manhã seguinte à casa do suspeito.
Ele percebeu uma porção de terra remexida, resolveu entrar, e acabou desenterrando o filhote ainda vivo.
O cachorrinho estava quase sem pelos, desnutrido, e com ferimentos nos olhos.
Na clínica, os funcionários começaram a chamar o vira-lata de Titã.
De acordo com Marco Antônio Rodrigues, presidente da associação, o grupo registrou um termo circunstanciado na polícia, que vai investigar o caso e convocar o antigo dono do animal a prestar depoimento.
Para fazer doações à conta da Associação Mão Amiga de Novo Horizonte
Caixa Econômica Federal
Agência0801
Operação003
Conta864-7
CNPJ03949587/0001-78

FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1019561-cao-que-ficou-12-horas-enterrado-apresenta-melhora.shtml



Abaixo assinado para punir o monstro que enterrou filhote vivo:

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Ajude-nos a dizer: "Veta, Dilma!"


A decisão final sobre o código florestal está nas mãos da presidente Dilma Rousseff. Apenas ela pode evitar esta catástrofe. 

Precisamos de sua ajuda agora!
Não podemos permitir que a alteração do Código Florestal promova desmatamento, destrua ecossistemas e coloque em risco a integridade de nossas florestas e da sociedade brasileira.


Assinem a petição e divulguem galera:




sábado, 3 de dezembro de 2011

Planeta Terra pedindo ajuda

Por favor, ouçam-me! Vocês Homo Sapiens... Isso, vocês mesmos.

A vida, um milagre do universo que surgiu há mais de quatro bilhões de anos está ameaçada.
Apesar de sua espécie ter surgido há apenas duzentos mil anos, vocês já interferiram tanto que estão conseguindo quebrar o delicado equilíbrio que sempre existiu.
Eu não possuo o dom do verbo e nem me comunico através de sinais de rádio, cartas ou e-mails, minha voz está nos mares, nas florestas, em todas as espécies, no ar que vocês respiram e nos alimentos que os mantém.
Sou Eu quem dirige agora a palavra a vocês, o Planeta Terra! Sim sou Eu, a base que sustenta tudo, a nave Mãe, onde todos estão embarcados.
Eu venho em nome de todas as demais espécies que me habitam, clamar à sua espécie que pare de me agredir para que tenhamos todos uma chance, uma pequena chance de permanecermos vivos.

Eu peço apenas uma chance.

PLANETA TERRA.



sábado, 19 de novembro de 2011

Chevron: sua sujeira, nosso problema

Ativistas do Greenpeace derramam óleo na porta da Chevron no Rio de Janeiro para lembrar que o acidente no seu poço de petróleo continua muito mal explicado

Transparência e providência. Esses são os dois principais pedidos endereçados à petroleira Chevron sobre o vazamento de óleo que, há mais de uma semana, atinge a Bacia de Campos, no norte do Estado do Rio de Janeiro.
Com banners que diziam “Chevron: sua sujeira, nosso problema”, os ativistas do Greenpeace realizaram, na manhã desta sexta-feira, um protesto diante do prédio onde ficam os escritórios da petroleira, no centro do Rio. Eles despejaram barris de “petróleo” – na verdade uma substância produzida com tinta atóxica – para lembrar que as causas do vazamento e os planos da empresa para contê-lo e reduzir seu impacto na biodiversidade da costa fluminense continuam muito mal explicados.
Veja o vídeo da ação:
“O Greenpeace quer transparência da Chevron e dos órgãos do governo a respeito do acidente. As informações que se tem até agora são contraditórias. A empresa minimiza o problema. Mas a mancha de óleo pode ultrapassar 160 quilômetros quadrados de extensão”, afirma Leandra Gonçalves, da campanha de Clima e Energia do Greenpeace.
“Surpreende que a empresa não tenha se prontificado a levar a imprensa e organizações da sociedade civil até o local do acidente e até agora tenha se limitado a soltar comunicados vagos sobre o que está acontecendo na costa do Estado do Rio”, diz ela. “Tanto segredo é um sinal de que a Chevron não tem um plano de segurança adequado. O Brasil não pode virar o Golfo do México.”
Dona da marca Texaco no Brasil, a norte-americana Chevron detém uma concessão para explorar três poços de petróleo no Campo de Frade, na Bacia de Campos, localizado a 370 km da costa do Rio. O vazamento foi detectado no dia 8 de novembro e desde então, nem a Chevron, nem a Agência Nacional do Petróleo (ANP) souberam indicar suas causas reais.
O tamanho inicial do vazamento foi estimado pela ANP em 330 barris por dia, ou 50 mil litros de óleo. Mas imagens de satélite obtidos pela Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) indicam um vazamento dez vezes maior. A extensão da mancha vista do espaço levam a um cálculo de 3,7 mil barris de óleo por dia – quantidade próxima a identificada no início do vazamento do Golfo do México.
O triste episódio da exploração de petróleo em alto-mar que pôs a Chevron no radar dos brasileiros, espalhou óleo por uma área que serve de rota migratória para uma longa lista de espécies de baleias – bryce, piloto, minke-anil, cachalote, francas e jubartes. E é um duro alerta para a necessidade do país de proteger suas jóias de biodiversidade marinha como os Abrolhos, na costa da Bahia.
Maior recife de corais do Hemisfério Sul, Abrolhos é tão importante como recurso natural que foi transformado em Parque Nacional em 1983. É ele que garante a riqueza da pesca e os benefícios do turismo para grande parte do litoral nordestino. E a exploração de petróleo está chegando lá. “O acidente o poço da Chevron é um recado eloquente em favor de uma moratória na exploração petrolífera nos Abrolhos”, diz Leandra.
Assine e divulgue a petição: Petróleo em Abrolhos, não.

Seminário sobre Estratégias de Enfrentamento da Mudança do Clima

No dia 23 de novembro, o Sistema FIRJAN realiza o Seminário sobre Estratégias de Enfrentamento da Mudança do Clima no Estado do Rio. 

Durante o encontro, serão apresentadas as ações das empresas em prol do combate à intensificação do efeito estufa. Além disso, será abordada a regulamentação da Política Estadual sobre Mudança do Clima e Desenvolvimento Sustentável, publicada em setembro. 

O seminário será realizado na Sede do Sistema FIRJAN e contará com a presença de representantes da Secretaria de Estado do Ambiente, das empresas Siemens e Petrobras Biocombustível e do Instituto Aço Brasil. 

Como participar 
Acesse o 
formulário de inscrição para garantir sua vaga. Mais informações pela Central de Atendimento 0800 0231 231. 

Confira a programação: 


Painel 1 – Regulamentação da Política Estadual de Mudança Global do Clima e Desenvolvimento Sustentável: Oportunidades para a Indústria
14h – Regulamentação da Política Estadual sobre Mudança do Clima Márcia Real – Coordenadora de Mudanças Climáticas da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) 

14h45 – Pacto pelo Saneamento 
Victor Zveibel – Superintendente de Políticas de Saneamento da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) 

15h30 – Debate 

Painel 2 – Contribuição da Indústria para a mitigação da mudança do clima 

16h – Petrobras Biocombustível 
Fernando Toledo Pierre – Gerente de Segurança, Meio Ambiente e Saúde 

16h30 – Siemens | Chemtech 
Paulo Costa – Gerente de Desenvolvimento de Novos Negócios/Energias Renováveis 
    
17h – Instituto Aço Brasil | ThyssenKrupp CSA 
Luiz Claudio Castro - Diretor de Sustentabilidade 
 
17h30 – Debate 
Serviço:
Seminário sobre Estratégias de Enfrentamento da Mudança do Clima no Estado do Rio
Dia:
 23 de novembro de 2011 
Horário: 14h às 18h30 
Local: Auditório da Sede do Sistema FIRJAN 
Avenida Graça Aranha, 01 – 13º andar
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